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DMM Games e Kazutaka Kodaka (Tookyo Games) lançam Shuten Order — Edição para Nintendo Switch 2 e Pacote de Upgrade para Nintendo Switch 2



Um brinde aos deuses do caos: novo roguelike com pedigree

Você sente aquele cheiro? É de pólvora, sakê e decisões ruins que parecem uma ótima ideia às 3 da manhã. DMM Games e Kazutaka Kodaka — sim, o cérebro por trás de Danganronpa e fundador da Tookyo Games — estão de volta com uma bomba estilosa: Shuten Order chega em uma Edição para Nintendo Switch 2 e, para quem já está no ecossistema, um Pacote de Upgrade dedicado ao novo console. Roguelike com cara de thriller e humor ácido? É pedir pra perder no “só mais uma run” e ganhar na conversa fiada com divindades mal-humoradas. 👾

Quem é o louco por trás disso?

Kazutaka Kodaka dispensa apresentações, mas vamos lá: o cara que transformou julgamentos adolescentes em ópera pop macabra agora mira o caos procedural. Com a Tookyo Games, ele tem se divertido em híbridos narrativos que misturam mistério, dilema moral e personagens que você ama odiar (ou odeia amar). O casamento com a DMM Games traz estrutura e alcance, enquanto a assinatura autoral promete diálogos com punch, twists e aquele design de personagens que grita “cosplay me”.

O que é Shuten Order, afinal?

Pense em mitologia japonesa passada no moedor cyberpunk, com missões que nascem do improviso e um sistema de escolhas que provoca, tenta e pune. “Shuten” cutuca a lenda de Shuten Dōji, um oni lendário tão carismático quanto perigoso, e cria uma ordem — ou desordem — onde cada run faz perguntas diferentes. Você faz pactos? Trai pactos? Brinda com demônios ou reza para que o RNG te perdoe? Tudo vale, desde que você sobreviva à próxima sala.

Switch 2 na jogada: o que muda?

A Edição para Nintendo Switch 2 não parece só um port bonitinho. A promessa é de taxas de quadros mais estáveis, carregamentos quase invisíveis e feedback háptico afinado para quando sua espada acerta o ponto fraco de um yokai com cara de poucos amigos. O Pacote de Upgrade foca quem já tem a versão anterior e quer destravar os recursos do novo hardware sem começar do zero — saves e progressão devem acompanhar você como um amuleto de sorte (ou azar, dependendo da build).

Loop viciante, alma narrativa

Roguelike bom é aquele que te mata com classe e te convence a sorrir no epitáfio. Shuten Order mira nesse equilíbrio com:

  • Builds amaldiçoadas que brilham absurdamente — e cobram caro depois.
  • Eventos narrativos dinâmicos, estilo “caminho A parece seguro, então por que está pegando fogo?”.
  • Chefes inspirados em folclore, do tipo “lenda do pântano, taxa de acerto 200%, terapia em dia”.
  • Sinergias malandras entre habilidades, convites constantes ao risco calculado.
  • Um humor negro que corta a tensão e deixa você rir antes de morrer de novo.

Visual que morde, áudio que embriaga

Se você curte a estética neon-sujo encontra tinta sumi-e, prepare-se. A direção de arte brinca com sombras, pinceladas e UI minimalista que respeita quem joga no portátil. No áudio, percussão seca e cordas tradicionais flertam com sintetizadores, criando aquele clima de “ritual clandestino no beco”. É a trilha perfeita para tomar decisões de moral duvidosa com muito estilo.

O tempero Kodaka

Nem todo roguelike tem alma; aqui, a assinatura do criador promete personagens com camadas e segredos que se revelam na marra. Espera-se um elenco de aliados e antagonistas que esbarram em você run após run, memorizam seus erros e cobram a conta. Quem jogou os títulos anteriores do autor sabe: o payoff emocional costuma chegar quando você menos espera, e de preferência logo depois de um golpe baixo do destino.

Qual é a da progressão?

O jogo parece apostar em metaprogressão que não quebra o desafio: você desbloqueia rotas, rituais, traços e pactos que expandem possibilidades, sem transformar cada tentativa em passeio no parque. O Switch 2 deve facilitar alternância entre runs rápidas no modo portátil e sessões longas na TV com conforto técnico, algo essencial quando o terror da permadeath te chama pelo nome.

Para quem é esse rolê?

Se você gosta de:

  • Roguelikes com personalidade (Hades, Dead Cells) e quer mais veneno narrativo.
  • Folclore japonês reinterpretado com criatividade e pitadas de humor ácido.
  • Buildcrafting que recompensa ousadia e punheir… digo, teoria avançada de sinergias.
  • Experiências híbridas: história forte sem abrir mão do “gamefeel” afiado.

Então, sim, a porta do covil está aberta. Traga um amuleto e um plano B.

Dicas de primeira run (anota aí)

  • Não case com a primeira build: experimente pactos e aprenda a hora de recuar.
  • Eventos “baratos” às vezes escondem rota rara; leia a entrelinha do flavor text.
  • Priorize upgrades que dão controle: dash extra, cancel, parry consistente.
  • Ouça o som dos inimigos — telegráficos sonoros salvam run.

Bola de cristal do metagame

Se a comunidade abraçar, espere speedruns explorando exploits de pacto, teorias de rotas secretas e builds batizadas com nomes ridículos (alô, “Shuten Blender v2”). O suporte contínuo via patch no Switch 2 pode virar palco para reequilíbrios, novos rituais e, quem sabe, eventos sazonais temáticos. E convenhamos: nada como ver um boss oni levar nerf e ainda fazer pose. ✨

Partiu brindar — ou cair na tentação?

Se você curte uma boa história embrulhada em caos calculado, Shuten Order pinta como parada obrigatória no Switch 2, com upgrade que respeita quem já está a bordo. Agora conta pra gente: qual é a sua fraqueza em roguelikes — builds quebradas, lore obscura ou aquele chefão que te humilha e te faz voltar por revanche? 🎮

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