Guilty Gear Strive no Switch enfim recebe o restante do DLC da Temporada 4



Patch, porte e porrada: a espera acabou no híbrido da Nintendo

Se você tava segurando o joystick do Switch com a mesma ansiedade de um round final com pixel de vida, respira: o restante do conteúdo da Temporada 4 de Guilty Gear Strive finalmente aterrissou no console da Big N. Chega de FOMO, chega de ver combo do seu main no Twitter e pensar “mas no meu jogo não tem isso ainda”… Agora tem. E tá bonito, fluido e com aquele tempero metal que só a Arc System Works sabe servir. 🎮

Como a gente veio parar aqui

Guilty Gear Strive estreou no Switch com um porte surpreendentemente competente, graças a um trabalho fino na Unreal e uma direção de arte que faz milagre até em modo portátil. Só que o cronograma dos DLCs, especialmente da Temporada 4, andou desencontrado no híbrido. Enquanto PS, Xbox e PC já brincavam com os novos personagens, cenários e ajustes de balanceamento, os nintendistas ficaram de canto no lobby. Agora, a paridade de conteúdo chegou — e com ela um boost na vida útil do jogo no ecossistema Nintendo.

O que muda na prática

Não é só “mais boneco”. O pacote envolve personagens da season, novo estágio, músicas, ajustes de sistema e um polimento geral que mexe na meta. Sabe aquele matchup que parecia impossível porque seu kit não alcançava tal situação? Então… pode apostar que rolaram ajustes o bastante para reescrever algumas páginas do livro de matchups. É a temporada batendo na porta e dizendo: “respeita minha história”.

Portátil, dock e a dança dos frames

O medo clássico: “vai rodar bem?”. A boa notícia é que o Switch continua oferecendo uma experiência estável, especialmente offline. No modo portátil, a nitidez dos contornos cel-shaded segura firme, e em dock o jogo se mantém responsivo para quem curte jogar com arcade stick ou pad Pro. Online, vale aquele mantra: cabo de rede no adaptador USB, por favor. Netcode rollback ajuda, mas milagre não faz se o Wi-Fi estiver brigando com o micro-ondas.

Para os curiosos de plantão

Guilty Gear sempre foi a franquia que mistura riffs, personagens larger-than-life e um universo que parece ter sido escrito por um bardo heavy metal depois de maratonar anime de mecha. Strive pegou essa essência e destilou em rounds mais objetivos, UI clean e sistemas que brilham tanto para iniciantes quanto para veteranos que já cancelam normal em Roman Cancel de olhos fechados.

Coisinhas que você vai notar rapidinho

  • Novos personagens desbloqueáveis do passe: mais arquétipos para explorar e aprender a odiar amar, cada um com mecânicas únicas e visual de fazer figurinha no WhatsApp.
  • Stage adicional com trilha que gruda na cabeça — e claro, músicas que você vai querer colocar em loop enquanto treina nos Trials.
  • Ajustes de balanceamento que mexem em hitboxes, recovery e rota de combo. Prepare-se para labar de novo; a ciência do training mode nunca dorme.
  • Atualizações no online e QoL: lobbies mais estáveis e pequenas melhorias na UX, deixando o caminho até a porrada mais curto.
  • Compatibilidade plena com replays e crossplay no ecossistema da temporada, evitando a sensação de estar jogando “uma versão atrás”.

Voltando pro lab: dicas rápidas

Se você ficou um tempo fora, o segredo é não querer aprender tudo de uma vez. Refaça seus BnBs com os ajustes da season e salpique Roman Cancels onde fizer sentido — azul para whiff punish, roxo para pressão, vermelho pra explosão estilosa que faz o comentarista interno gritar “LET’S ROCK!”. Abuse do Counter Hit confirm: Strive continua recompensando quem tem olho de águia para apertar o botão certo depois do brilho amarelo.

Meta shake e “matchups novos de novo”

Toda temporada reordena o pódio. Personagens que viviam de vantagem específica podem perder um pouco do conforto, enquanto outros ganham rotas de corner carry ou setups mais consistentes de okizeme. O resultado? Uma escada ranqueada que vai se mexer, streams pipocando tech e aquela sensação gostosa de descoberta coletiva, bem vibe “lançamento de expansão de MMO”, só que com menos grind e mais guitarra. 👾

É hora de chamar a galera

O Switch brilha quando vira console de mesa em encontro com amigos. Versus local continua afiado e, convenhamos, poucos prazeres batem o momento de pousar um Wall Break com super enquanto alguém do sofá solta um “não era pra tanto!”. Se você é do online, experimente salas privadas com FT5 para treinar matchups específicos. E lembra: personagem novo exige paciência. Assista a um ou dois vídeos-guia, escolha um objetivo por sessão (anti-air, defesa de mixup, confirmação) e vá acumulando vitórias pequenas. ✨

Vale a pena o passe no Switch?

Se Strive já era seu jogo de luta de cabeceira, o passe é praticamente conteúdo essencial. Para quem chegou agora, considerar o bundle com temporadas incluídas pode ser o melhor custo-benefício, já que evita o “cadê minha tech?” quando ver clips com ferramentas que a base não tem. E com a paridade finalmente resolvida, a comunidade do Switch deixa de ser uma ilha e entra de vez na conversa global do meta.

Bora trocar ideia

Qual personagem da temporada você vai testar primeiro no Switch, e qual matchup você acha que mudou mais com os ajustes recentes?

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